<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307</id><updated>2011-12-23T20:39:18.261-02:00</updated><category term='happy childhood'/><category term='coisas aleatórias'/><category term='dias de fúria'/><title type='text'>Meu sonho é ser legal</title><subtitle type='html'>e quem nunca quis ser?</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-6821131339631382557</id><published>2011-07-14T22:44:00.002-03:00</published><updated>2011-07-14T22:53:51.860-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dias de fúria'/><title type='text'>Clarice... é pop?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Century Gothic&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Não é difícil reparar que, há muito, Clarice Lispector se tornou celebridade nas redes sociais. Volta e meia, olhando um ou outro perfil em &lt;i&gt;facebooks, orkuts e twitters&lt;/i&gt; da vida, me deparo com alguém que utiliza trechos de ‘textos’ da escritora brasileira em seus perfis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Century Gothic&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Digo ‘textos’, dessa forma, entre aspas, porque muitas vezes a pessoa nem se dá ao trabalho de saber se quem escreveu aquilo foi realmente Lispector. Além disso, metade das pessoas que se descrevem com frases de Clarice nunca abriu um livro dela pra ler. Nem sequer conhece a &lt;i&gt;Macabéa&lt;/i&gt;, que tanto nos perseguiu nos pré-vestibulares da vida. Muito menos sabe a história da menina que roubou ‘As Reinações de Narizinho’ da amiguinha rica e o devorou como se fosse uma esfinge.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Century Gothic&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Onde estou querendo chegar com isso? Ora, não estou achando ruim ver Clarice sendo citada na internet. O que me desagrada é saber que a popularidade repentina não significa novos leitores e sim uma irritante &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;modinha&lt;/i&gt; – “ah, eu quero pagar de &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;cult&lt;/i&gt;, vou colocar um trechinho de Clarice Lispector ali e pronto”. E não acontece só com ela. Luiz Fernando Veríssimo, por exemplo, também é um dos campeões de textos encaminhados via &lt;i&gt;e-mail, facebook&lt;/i&gt;, etc e tal. Ocorre, tal qual na situação de Lispector, que muitos textos não são dele – vide o conhecido &lt;a href="http://dialetica.org/marmota/antonio-rocha-neto-e-o-autor-de-duvidas-pascoais/"&gt;Dúvidas Pascoais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Century Gothic&amp;quot;"&gt;, com a qual somos brindados toda semana santa em nossas caixas de mensagens. Esse texto, embora levemente parecido com a escrita do gaúcho, não é dele, e sim de um professor mineiro chamado Antônio Rocha Neto, provavelmente fã do cronista.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Century Gothic'; font-size: 13px; line-height: 19px; "&gt;A essa altura você já deve estar pensando: “mas você é chata, hein”. Ora, meu caro; eu &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;não sou legal&lt;/i&gt;, sou professora de português e literatura – consequentemente, chata.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;E como chata que sou, ainda tenho a esperança de ver nossas feras da literatura nacional sendo verdadeiramente exaltadas, e não transformadas numa simples &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;modinha&lt;/i&gt;. Sei que é difícil, especialmente nessa época em que tudo é instantâneo. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Se lá atrás, na minha vida de vestibulanda, eu já ouvia as reclamações dos colegas por ter de ler Machado, Veríssimo (o Érico), Cecília Meirelles e muitos outros, imagine agora, em tempos de 140 caracteres? Não é fácil formar leitores. Que fique claro, aliás, que eu não sou dessas que só curte os nossos medalhões – eu leio de tudo: de O Mágico de Oz a Senhor dos Anéis, passando por Artemis Fowl, Percy Jackson e Harry Potter. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Ler é tudo de bom, e é exatamente por isso que eu gostaria que os pseudo-fãs conhecessem a obra de Clarice – voltando à nossa personagem principal. Tem muita coisa boa ali: romances e contos dos bons, crônicas de primeira e entrevistas ainda melhores. Ah, pequeno detalhe: Clarice nunca foi poetisa – logo, esses poemas espalhados nos perfis não são dela. Nada que uma boa pesquisa não corrija.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Century Gothic&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Tenho certeza de que você, leitor, já encontrou algum &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;fã&lt;/i&gt; da nossa popstar por aí. E se você, assim como eu, também se incomoda com tal situação, faça-me um favor: divulgue a verdadeira Clarice. Não só ela, mas também Adélia Prado, Drummond, Pedro Bandeira, Rubem Braga, toda essa turma das letras que está espalhada por aí - só esperando a chance de aparecer. Só assim poderemos afirmar: nem só de papa vive o pop.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-6821131339631382557?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/6821131339631382557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=6821131339631382557&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/6821131339631382557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/6821131339631382557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2011/07/clarice-e-pop.html' title='Clarice... é pop?'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-8095163187532141247</id><published>2011-01-03T22:34:00.008-02:00</published><updated>2011-01-05T01:09:54.048-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dias de fúria'/><title type='text'>(Des)resoluções do novo ano</title><content type='html'>Olá, ano novo! Aí está você, todo faceiro e pimpão. Mas posso lhe dizer uma coisa? Eu não gosto de você. Nem um pouco.&lt;br /&gt;Calma, já lhe explicarei o porquê: você é ímpar. E eu não gosto de nenhum ano ímpar. Boa parte das coisas ruins nesses meus 30 anos de existência aconteceram em anos ímpares e com você, certamente, não será diferente. Hein? Tá me dizendo que eu estou enganada? Nunca estarei. Jamais estarei.&lt;br /&gt;Como é que é? Pague pra ver, você está me dizendo? Ora, ora, senhor 2011. Não queira me desafiar. Eu não gosto de perder. E não vai ser pra um aninho ímpar qualquer que eu sofrerei uma derrota.&lt;br /&gt;Vai correr o risco, é? Vai mesmo? Então está bem. Aceito o desafio. O que eu preciso fazer? Uma lista? Rá! 2011, o senhor é um fanfarrão. Quer dizer que é só eu fazer uma lista do que eu quero que aconteça e o senhor irá cumpri-la, à risca? Ótimo! Vamos nessa, então!&lt;br /&gt;Aí estão as minhas metas para você, 2011:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Não vou confiar em ninguém.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vou parar de ser a boa samaritana. Quer ajuda? Procure um padre! Assistencialismo, aqui, não!&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ganância não faz mal a ninguém. Então, estará no meu vocabulário para esse ano.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Se eu precisar mentir ou enganar alguém para conseguir algum objetivo, o farei sem dó.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não farei novos amigos. E os antigos... bem, o item 1 já diz tudo.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vou seguir a cartilha do desapego, e dessa vez sem pular páginas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vou ser mais cautelosa e criteriosa nas minhas escolhas. Chega de fazer besteira.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não quero mais ser legal. Vou até mudar o nome do blog.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Aliás, blog pra que? Coisa de fracassado. Vou deletá-lo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por fim, minha última resolução pra você, 2011: vou fechar os olhos e fingir que você não existiu. Que venha 2012.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Gostou das resoluções, caro ano novo? Vai conseguir cumpri-las? Pois bem, o desafio foi lançado. Dia 31/12 nós conversamos. Até lá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;É claro que você, leitor atento (será que ainda tenho algum?) deve ter percebido que todas essas resoluções acima são uma baita mentira. É só um truque para enganar esse ano sabichão, que está dizendo que vai me conquistar. Não vai. Já prevejo que será um ano daqueles. Mas do que posso eu reclamar? Alguém me disse uma vez que  a graça da vida é correr riscos, ser muito feliz e sofrer o diabo. Desse modo, lá vou eu para mais 365 dias de alegrias, desilusões, riso, choro e diversão. Bem-vindo, 2011!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-8095163187532141247?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/8095163187532141247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=8095163187532141247&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/8095163187532141247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/8095163187532141247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2011/01/desresolucoes-do-novo-ano.html' title='(Des)resoluções do novo ano'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-1427064551265676375</id><published>2010-04-09T21:57:00.004-03:00</published><updated>2010-04-10T00:35:26.487-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dias de fúria'/><title type='text'>Desapego, o retorno</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu tentei. Juro que usei todas as formas conhecidas de se praticar a técnica do &lt;a href="http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2008/09/desapego.html"&gt;desapego&lt;/a&gt;. Mas eu descobri que essa é uma tarefa difícil, quiçá impossível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu queria entender, sinceramente, o que nos leva a ser tão ligados a alguma coisa (ou alguém). De onde surge a paixão por um time de futebol, por exemplo? Os jogadores estão a quilômetros de distância do torcedor e nem imaginam que o pobre coitado existe. E o cidadão enfrenta horas numa fila pra &lt;a href="http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Vasco/0,,MUL1563890-9877,00-CRUZ+TEMPLARIA+E+CAMISA+VASCAINOS+AJUDAM+TATUADOR+QUE+TENTA+BATER+RECORDE.html"&gt;tatuar o símbolo do time no corpo&lt;/a&gt;. Aí, no mesmo final de semana, o time perde (Malabi sabe! hehe); e o cara xinga até a décima oitava geração, queima camisa, diz que nunca mais vai acompanhar futebol, que vai passar a assistir rugby ou curling. Pura enganação! Horas depois já está na roda de amigos, discutindo exaustivamente com o torcedor adversário, dando uma de gato mestre e defendendo a "porcaria de time" que ele havia detonado há pouco tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mudança de cenário: lá está a garota olhando aquele jeans que já reside no guarda-roupa há, pelo menos, uma década. Desbotado, quase rasgando e que mal cabe nela (pra vestir, só com ajuda). Jogar fora? Doar pra caridade? Nem pensar! Afinal, eu sempre posso emagrecer, ainda dá pra consertar - são os pensamentos. Cadê o desapego, numa hora dessas?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora vem a pior parte: as pessoas. Ah, as pessoas! Se você, assim como eu, é daqueles que bastou falar um singelo "oi" na rua ou concordar com alguma das suas frases imbecis num bate-papo pra virar seu amigo, deve sofrer bastante nesse ponto. Pois hoje, ser volúvel é &lt;i&gt;tendência&lt;/i&gt; e o(a) 'melhor amigo(a)' pode se transformar em mero desconhecido num piscar de olhos. Mas você, apegado que só, entra em desespero porque o amigão de sempre (conheceu semana passada, haha) falhou. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois é. Fôssemos pessoas libertas desse mal, nada disso aconteceria! Mas não, temos sempre de ser apegados. Maldita necessidade de aceitação que não nos deixa em paz. Mas como eu já disse no início, o desapego não funciona. E lá vamos nós de novo, como num círculo vicioso: sofrer com o time, decidir se a roupa fica ou não fica, reclamar do abandono... vida que segue!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;P.S. 1: sim, achei meu travesseiro. Depois disso tentei joga-lo fora (peguei de volta antes que o lixeiro passasse); dei como brinquedo pro cachorro (vários arranhões e mordidas depois, consegui recupera-lo); tentei ignorar a existência dele (a insônia não deixou). Enfim, melhor continuar do jeito que está.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;P.S. 2: não, não sou vascaína. Graças a Deus, eu fecho com o certo (salve salve mengão). E sim, embora não pareça, o post revoltado é porque eu até queria me desapegar disso. Mas invariavelmente acabo discutindo com os outros por causa de futebol. Vai entender?!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-1427064551265676375?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/1427064551265676375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=1427064551265676375&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/1427064551265676375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/1427064551265676375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2010/04/desapego-o-retorno.html' title='Desapego, o retorno'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-3082205607317791494</id><published>2010-03-30T00:31:00.008-03:00</published><updated>2010-04-01T01:40:59.473-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas aleatórias'/><title type='text'>Ao mestre, com carinho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Muita gente torce o nariz quando o assunto é jornalismo esportivo. Crônica esportiva, então, é algo que passa longe da biblioteca de quase todos os meus amigos. Mas devo confessar que tenho esporte no sangue. Sou boleira, ex-nadadora, judoca, ciclista de fim de semana e palpiteira de plantão. E é claro que, por conta disso, segunda-feira o meu dia foi bem mais triste, após saber da morte de Armando Nogueira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Pra quem não conhece, Nogueira foi um dos maiores cronistas esportivos que o Brasil já teve. Acho que só fica atrás de Nelson Rodrigues. Um craque com as palavras, um gênio com as ideias; dono de frases sensacionais, do tipo "Deus é esférico", numa referência à bola de futebol;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;No futebol, matar a bola é um ato de amor. Se a bola não quica, mau-caráter indica", &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;ou ainda "Herois são reféns da glória. Vivem sufocados pela tirania da alta performance". Botafoguense fanático, "seu" Armando defendia a ideia de que cronista esportivo não devia se isentar de ter um time do coração. Mais do que isso, Nogueira era um poeta do futebol. Dificilmente alguém que acompanhava suas crônicas saía imune de se apaixonar pelo esporte bretão em questão de segundos. E foi assim comigo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Como se fosse hoje, lembro-me das manhãs de domingo em que eu saía - de bicicleta, ou várias vezes a pé - para comprar o jornal na banca do centro. Nem esperava chegar em casa; começava a devorar as palavras do mestre ali na rua mesmo, o que já me causou situações embaraçosas. Como o dia em que bati com a cabeça no orelhão, distraída que estava com a leitura de uma de suas crônicas. As poucas pessoas que estavam na rua àquela hora não deixaram de reparar na adolescente retardada e atordoada com o pancadão que havia levado. Como se não houvesse ninguém ali, levantei do chão, recolhi o jornal e retornei à leitura. Claro que a dor de cabeça me perseguiu por vários dias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Foi por meio das palavras mágicas de Armando Nogueira que eu comecei a pensar em, quem sabe um dia, escrever tal como ele.  Foi ele quem incendiou ainda mais a minha paixão pelo esporte. E é ele que faz minha semana ser muito mais triste. Não o conheci pessoalmente. Mas sua partida me deixou profundamente abalada, como se perdesse um ente querido. Nunca mais poderei abrir o jornal de domingo e encontrar pérolas como &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;O futebol não aprimora os caracteres do homem, mas sim os revela", ou "&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Copiar o bom é melhor que inventar o ruim". Mas sei que seus ensinamentos permanecerão na memória de todos que apreciam o esporte-arte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Vai com Deus, velho mestre. Vai fazer mágica aí, onde quer que você esteja. Só temos que lhe agradecer. Eternamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-3082205607317791494?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/3082205607317791494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=3082205607317791494&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/3082205607317791494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/3082205607317791494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2010/03/ao-mestre-com-carinho.html' title='Ao mestre, com carinho'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-2951904111663699192</id><published>2010-03-18T20:20:00.010-03:00</published><updated>2010-03-18T23:12:47.446-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas aleatórias'/><title type='text'>Pergunte ao oráculo!</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Eu sempre fui de muitas perguntas. Desde a infância, quando eu perguntava ao meu avô com quantos paus se fazia uma canoa, sempre que ele me dizia o tal ditado. Pois eis que um dia desses eu sonhei com o oráculo - aquele mesmo, que não é o Malabi¹, mas tudo sabe. E no sonho eu enchi o pobre de questionamentos, dos mais complexos aos mais retardados. E como eu adoro listinhas, cá estou eu com minha lista de perguntas ao oráculo. O mais incrível não é a lista, mas como eu consegui me lembrar de tudo, ao acordar!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 18.0pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Qual a probabilidade de eu falar duas vezes com o mesmo atendente de telemarketing, em uma grande central de atendimento?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 18.0pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;2.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Por que é que eu sempre perco o bingo quando me faltam apenas dois números para fechar a cartela?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 18.0pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;3.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Quanto tempo eu levaria para cruzar todo o continente americano com minha bicicleta?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 18.0pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;4.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Por que eu sempre falo alguma sandice no mesmo instante em que o patrão entra na sala?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 18.0pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;5.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Que fim levou a Tetê Espíndola² ("meu amor, nosso amor está escrito nas estreeeelaaaas")?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 18.0pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;6.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Por que o Galvão Bueno não se aposenta?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 18.0pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;7.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Quem diabos inventou a expressão "madeira de dar em doido"?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 18.0pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;8.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Onde é que vão parar todas as minhas meias, que insistem em desaparecer?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 18.0pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;9.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Por que o telefone sempre toca quando estamos no banheiro?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 18.0pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;10.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Por que quando duas pessoas cochicham se tem a sensação de que falam mal da gente (mesmo nunca tendo visto as criaturas antes)?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 18.0pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;11.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Como funciona o jogo do bicho?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 18.0pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;12.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Qual é a perna mecânica de Roberto Carlos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 18.0pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;13.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Por que todos os fios, cabos, conexões e afins embolam tanto quando estão na mesma bolsa?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 18.0pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;14.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Quem vai ser o campeão do Brasileirão?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-list:l0 level1 lfo1;tab-stops:list 18.0pt"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;15.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;E afinal de contas, com quantos paus se faz uma canoa?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Eu já me preparava para mais uma infinidade de questões, mas nesse ponto o sábio oráculo me interrompeu. Disse que nunca havia aparecido alguém com tantas perguntas (eu acho que ele quis falar ‘perguntas imbecis’, mas se segurou). Logo em seguida, parou por uns instantes e começou a me responder. Pensei que ele me daria respostas claras, diretas e objetivas; mas é lógico, estamos falando de um oráculo: resolveu me responder filosoficamente. Algo do tipo “a paciência é uma virtude, gafanhoto”. Quando a coisa estava começando a ficar interessante (ele estava chegando na perna mecânica do Robertão, e teria de ser objetivo), eu acordei. Lá se foram minhas chances de ser a fera das perguntas sem resposta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Deixe estar, que ainda quebro uma canoa na beira da praia!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;1. Malabi: o cachorrinho vidente da TV Colosso. Lembra dele?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;2. Tetê Espíndola: celebridade 'one hit wonder' dos anos 80. Ah, minha infância... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-2951904111663699192?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/2951904111663699192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=2951904111663699192&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/2951904111663699192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/2951904111663699192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2010/03/pergunte-ao-oraculo.html' title='Pergunte ao oráculo!'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-4021150975830111855</id><published>2010-03-09T22:49:00.004-03:00</published><updated>2010-03-09T23:45:17.453-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas aleatórias'/><title type='text'>Era uma vez...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Pois então, esse blog está praticamente um livro velho da nossa (ou melhor, da dos outros, minha não!) longínqua infância. Jogado às traças, coitado. Mas explico: o grande problema - quer dizer, a grande desculpa - para o meu sumiço não é culpa minha: é culpa única e exclusivamente da minha criatividade, aquela imbecil sem coração que resolveu romper um relacionamento até então tão amável.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Mas a vida dá umas voltas que só ela mesma para entender, e assim como acontece nos relacionamentos, não é que a minha criatividade resolveu voltar? Não do jeito como eu imaginava. Mas ela voltou, de farois baixos e para-choque duro, tal qual o caminhão do &lt;i&gt;Arlindo Orlando&lt;/i&gt; (não conhece? titia Ale explica: Blitz, anos oitenta, a dois passos do paraíso). Voltou meio capenga, de modo que você, leitor guerreiro (você ainda existe?) vai achar meio estranho o que vai ler daqui pra frente nesse abandonado espaço. Mas releve, espero que daqui a uns 3 ou 4 anos tudo volte ao normal(!).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Ah, sim, voltando ao que importa: lembra que um dia, há algumas luas atrás, eu comentei sobre uma certa crise de 29? Pois bem. Ela veio, e eu sobrevivi. Aos trancos e barrancos, diga-se de passagem. Meus &lt;i&gt;dias de fúria&lt;/i&gt; aumentaram consideravelmente e eu, que podia ser até um bom exemplo de sapiência, passei a encarnar com mais frequência o &lt;i&gt;Willian Foster&lt;/i&gt;. E parece que a personagem não quer sair. Mas tudo bem, estou até achando legal viver a fase verde do &lt;i&gt;Bruce Banner&lt;/i&gt; de vez em quando. Ajuda a exorcizar os demônios. Claro, houve também um lado positivo da tão temida crise: alguns laços se estreitaram e novas amizades surgiram. Isso é sempre bom, especialmente quando você está próxima de virar balzaquiana. Não que eu esteja imaginando coisas. Mas amigos servem pra tirar algumas coisas ruins do pensamento (no bom sentido), então, pessoas, se estiverem lendo isso aqui saibam que agradeço profundamente por terem suportado o ano nove sem tentar me matar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Bom, para um post introdutório, essa justificativa já se estendeu bastante. O importante mesmo é você, leitor heroi que chega ao final dessa bagaça, saber que daqui a pouco vem coisa boa (ou não) por aqui. E que, agora que eu já estou zerada de novo, a história será "once upon a time there was a crisis". E, pelo menos eu espero, até a próxima crise estaremos todos felizes "ever after".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-4021150975830111855?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/4021150975830111855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=4021150975830111855&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/4021150975830111855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/4021150975830111855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2010/03/era-uma-vez.html' title='Era uma vez...'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-9055614661449433548</id><published>2009-01-19T01:47:00.007-02:00</published><updated>2009-01-19T22:03:27.708-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas aleatórias'/><title type='text'>O tal do "quase"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Todo mundo tem ou conhece alguma história de alguém que "bateu na trave". É o &lt;em&gt;quase,&lt;/em&gt; esse adverbiozinho sem vergonha que vez por outra dá as caras por aí. O quase é um estraga prazeres, vamos combinar. Você já ouviu falar do Mirolad Cavic? Provavelmente não, aposto. Mas tenho certeza que o Michael Phelps você conhece. Figurinha fácil, esse menino-peixe. Pois o sérvio Cavic foi o cara que &lt;em&gt;quase&lt;/em&gt; estragou a festa dos oito ouros do Phelps em Pequim. Faltou um centésimo de segundo, ou uma batida de mão, para que o sérvio ganhasse o ouro nos 200 borboleta. Esse &lt;em&gt;quase&lt;/em&gt;, com certeza, ficará marcado para sempre na vida do Cavic.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um centésimo, uma curva, uma polegada. Pequenas coisas que passariam despercebidas para qualquer um, menos para aqueles que amargaram o &lt;em&gt;quase&lt;/em&gt; em suas vidas. Veja o Felipe Massa, por exemplo: num momento, campeão; uma curva depois, vice: e lá está o &lt;em&gt;quase&lt;/em&gt; fazendo a sua festa. E a Marta Rocha? Deixou de ser Miss Universo por causa de uma polegada a mais lá na, bem, você sabe onde. Muitas vezes, quem ficou "&lt;em&gt;no quase&lt;/em&gt;" é mais conhecido do que o vencedor. Você saberia me dizer quem ganhou da Marta Rocha no concurso de miss Universo? Ou se lembra, sem recorrer à wikipédia, do nome da música que venceu "Pra não dizer que não falei das flores", do Vandré, no festival internacional da canção de 1968?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta já disse que "o &lt;em&gt;quase&lt;/em&gt; é uma flor que nasceu em vão". Faz sentido. De que adianta você jogar na loteria e perder por um número? Perder o ônibus porque chegou 1 minuto atrasado no ponto? Não conseguir uma vaga de emprego porque você “&lt;em&gt;quase tem o perfil de que precisamos, mas falta um pouquinho mais&lt;/em&gt;”? Deve doer, não? Pior: imagine que você é um candidato político e sua vitória é barbada. Então você nem se preocupa: &lt;em&gt;quase&lt;/em&gt; não faz campanha e subestima seu adversário, entrando no clima “já ganhou”. Olha o que esse &lt;em&gt;quase&lt;/em&gt; lhe custará: o outro candidato, nem tão barbada assim, faz uma campanha “porrada” e te ganha por uma boa margem. Tchau, tchau, vitória! Coisas assim acontecem, você me entende, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é claro, há &lt;em&gt;quases&lt;/em&gt; que vem para o bem. Como os casos de pessoas que deveriam estar em voos que caíram e perderam a viagem por questão de minutos, o que lhes salvou a vida; ou quando você decide mudar sua rota costumeira e acaba se livrando de um assalto. Esses “&lt;em&gt;quases&lt;/em&gt;” até que são uma mão na roda. E veja só, até a escritora aqui já foi beneficiada: não fosse minha mãe ter conhecido meu pai, semanas antes de se casar com outro, eu não estaria aqui para contar essa história. Esse sim, foi um bom &lt;em&gt;quase&lt;/em&gt;! Ou será que foi &lt;em&gt;quase&lt;/em&gt; bom?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-9055614661449433548?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/9055614661449433548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=9055614661449433548&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/9055614661449433548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/9055614661449433548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2009/01/o-tal-do-quase.html' title='O tal do &quot;quase&quot;'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-8538761082112433578</id><published>2008-12-02T01:51:00.001-02:00</published><updated>2008-12-02T01:57:52.687-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='happy childhood'/><title type='text'>Carta da Alice ao Papai Noel</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Querido Papai Noel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar: eu me comportei!!! (embora, se o senhor for tentar confirmar isso com a mamãe, ela vá reclamar, reclamar, reclamar e lembrar do uniforme de judô que mofou porque eu não tirei da mochila pra lavar. Mas pode perguntar pro papai, que ele vai dizer que eu me comportei, sim. O papai é sempre bonzinho).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não vou falar que comi legumes, fiz todo o dever de casa, respeitei os mais velhos e não assisti à TV até tarde porque isso é tudo mentira, e eu sei que o senhor não gosta de mentiras. Pra falar a verdade, eu odeio legumes. Eu jogo todos para o Skywalker, o meu cachorro, sabe? E ele é o único cachorro que eu conheço que gosta de legumes. E o papai diz que eu sou a única criança no mundo que daria o nome Skywalker a um cachorro. Mas é que eu vi sobre ele num dos textos da mamãe, achei o nome bonito. Eu já estou divagando. Na verdade eu não sei o que significa divagando, deve ter a ver com gente lerda, não é? Divagar, devagar, são palavras parecidas. Toda vez que eu começo a fugir do assunto, a mamãe diz que eu estou divagando. O papai grita de lá do quarto que mamãe faz isso o tempo inteiro e ela pára de pegar no meu pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, voltando ao que eu fiz (ou não fiz) durante esse ano: o dever de casa, bom, esse eu posso explicar. Não é que eu não goste de estudar. Eu gosto, sim! O problema é que o dever de casa que a professora passa é chato. Eu gosto de escrever. Eu já escrevi um monte de redações e sempre levo pra escola. Mas a professora fala que eu escrevo igual adulto e que tudo tem que ter o seu tempo, que eu tenho de me preocupar com o dever de casa e não com os textos que eu levo. Então, eu fico com raiva e deixo o dever pra lá! Mas no ano que vem eu vou fazer tudinho, eu prometo! E eu até já passei de ano, sem dever mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respeitar os mais velhos... bom, é assim: eu até que respeito. O problema é que tem “mais velho” que parece mais novo que eu, e fica complicado de respeitar. Mas eu tento, o máximo possível. Ah, mas os meus pais eu respeito! Até porque, se eu não respeitar, o bicho pega! E quanto à TV... é que tem tanto programa bom passando de noite que eu prefiro assistir à TV depois da novela. A mamãe reclama (aliás, a mamãe reclama tanto! Nunca vi alguém assim), mas no final ela acaba assistindo comigo, então, tenho um desconto nessa, não é, Papai Noel! Tenho o consentimento familiar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cá estou eu “divagando” de novo. Acho que o senhor não quer saber da minha vida, porque provavelmente já sabe isso tudo, não é? Eu deveria pedir o presente. É que na verdade, Papai Noel, eu não sei o que pedir. Eu já sei que o papai vai me dar uma bicicleta nova e dizer que foi o senhor que mandou, porque ele faz isso todo ano. E a mamãe, ah, com certeza ela vai surgir com um cubo mágico, um bonequinho de playmobil ou qualquer outra velharia da época dela e dizer que é “um clássico!! Eu sempre quis ter um desse, na sua idade!!” e eu vou agradecer e colocar no canto do quarto, como sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava pensando em pedir a paz mundial, mas a Sofia, minha amiga da escola, disse que todo mundo pede a paz mundial. Então, como já tem esse pedido, eu acho que o senhor pode dar só a paz pros vizinhos do 305, porque eu não agüento mais as brigas deles. E parece que eles só brigam quando eu sento pra estudar oboé. A Sofia disse que eu sou doida de estudar oboé, que é instrumento de maluco. Eu ando pensando que realmente eu não devo ser normal. De qualquer forma, já seria um presente, sabe? Silêncio enquanto eu estudo, seria ótimo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Papai Noel, eu acho que eu fiz uma carta muito grande. Falei, falei, falei e não disse nada! Então, vamos combinar uma coisa? Faz o seguinte, deixa a minha vida assim, do jeitinho que ela está, que já está muito bom! Me dá só mais felicidade que eu já fico satisfeita. Não é que eu não seja feliz. Eu sou, mas eu quero ser mais! E felicidade a mais não faz mal a ninguém. Cuida bem dos meus avós, que eu gosto tanto deles! Ah, e olha pelo papai, pela mamãe e pelos meus tios (para eles deixarem de ser tão doidos). Manda um beijo pra vovó do céu, que de tanto a mamãe falar dela pra mim eu sinto que sempre conheci! Ah, atende o pedido da Sofia, também. Eu sei que ela vai pedir pra casar com o Orlando Bloom (um ator aí que a mãe dela era apaixonada) quando crescer. Mas esse o senhor não atende não, dá só o brinquedo que ela pedir. E então é isso! Obrigada e até o ano que vem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                     Alice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Tá, tudo bem, dessa vez eu viajei. Essa seria a Alice, daqui a alguns anos (alguns anos MESMO), escrevendo pro Papai Noel. Mas é desse jeito, desse jeitinho aí, que eu imagino que a minha Alice vai ser quando vier ao mundo. Se ela for só a metade do que eu espero, já estará bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia dessa carta surgiu por causa de outra: a carta do Victor, um garotinho de 6 anos que eu nem conheço, mas que escreveu para o Papai Noel e deixou a cartinha nos correios, para, quem sabe, ganhar um presente. Eu decidi ser a “Mamãe Noel” dele. Quer fazer o mesmo e ter um Natal diferente? Vá aos correios de sua cidade e adote uma cartinha. Tem muita criança por aí esperando por esse presente. E se eu não voltar por aqui antes do Natal (o que provavelmente acontecerá), desejo a você, leitor guerreiro que ainda agüenta o que eu escrevo, um feliz Natal e muitas felicidades no próximo ano! Que virá com mais textos, mais devaneios e mais “sonhos de ser legal”!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-8538761082112433578?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/8538761082112433578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=8538761082112433578&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/8538761082112433578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/8538761082112433578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2008/12/carta-da-alice-ao-papai-noel.html' title='Carta da Alice ao Papai Noel'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-7925878797696116503</id><published>2008-10-29T23:39:00.000-02:00</published><updated>2008-10-29T23:47:49.680-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dias de fúria'/><title type='text'>Eu só quero escrever</title><content type='html'>Pronto. Tudo o que eu queria dizer hoje está no título. Eu me cansei desse negócio de métrica, de metalinguagem, de tentar fazer algo bonitinho. Na verdade, o que eu quero - e sempre quis mesmo, devo frisar - é escrever. O que me der na telha, o que eu acho interessante, e não o que os outros acham bonito. Quer escrever bonito? Então escreva você!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que (e nesse ponto você estará certo) você pode me dizer que isso vai de encontro ao meu sonho de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;ser legal&lt;/span&gt;. Afinal, se eu almejo que as pessoas me achem &lt;span style="font-style: italic;"&gt;cool&lt;/span&gt; eu devo no mínimo tentar agradá-las. Eu tento, mas quer saber? É demais para mim. Pessoas são difíceis demais de se agradar. Eu então, que até que se prove o contrário também sou uma pessoa, sou praticamente impossível. Sou a "excelência em exigência". E é justamente por me tomar como exemplo que eu desisti de fazer textinhos garbosos e pomposos. Quero mesmo é reclamar, falar mal, fazer piada, e que se dane quem acha que eu deveria "pensar melhor antes de colocar no papel". Quem pensa demais demora 40 anos para descobrir que casou com a pessoa errada e que só seria feliz se tivesse fugido no altar com o namoradinho da adolescência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu sou uma boa escritora e se tem gente que gosta, não sei, não me importa. Na verdade, escrever para mim é terapia. Me estresso, extravaso tudo no papel; explodo de felicidade, então o caderninho vai ser o primeiro a comemorar comigo. Simples, não? O mesmo processo da criança que ganha um diário e nele conta todas as suas aventuras. "Querido diário, hoje caí da bicicleta e a mamãe falou que eu não preciso ir pra escola. Oba!". É essa a emoção que eu sinto quando escrevo. Pouco ligo se eu não concordar o verbo com o sujeito. Pode ser que o sujeito seja tão mal-encarado que o verbo fique com medo e vá embora, hahaha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém poderia me perguntar: de onde saiu tamanha revolta? Pois é, não sei. Talvez seja reflexo da crise de 29 que se aproxima. Talvez seja apenas cansaço, mesmo. Tem horas em que a gente cansa. Muito provavelmente, daqui a algum tempo, eu vou ler novamente esse texto e achá-lo ridículo. Mas o que importa é que, por hora, ele cumpriu seu propósito. E agora, se me dão licença, eu vou é escrever, que é o melhor que posso fazer. Ou não!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-7925878797696116503?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/7925878797696116503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=7925878797696116503&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/7925878797696116503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/7925878797696116503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2008/10/eu-s-quero-escrever.html' title='Eu só quero escrever'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-2031190167211397721</id><published>2008-09-02T15:13:00.008-03:00</published><updated>2008-09-02T16:26:25.657-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dias de fúria'/><title type='text'>Desapego</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A gente tem umas manias estranhas. Acho que a mais estranha delas é essa de se apegar às coisas, ou às pessoas. Eu, por exemplo, tenho um mini travesseiro que me acompanha, veja só, desde o meu nascimento. Não consigo dormir sem aquele pedaço de espuma velho. Eu até tento me livrar dele, mas não consigo. Já se transformou em parte da minha vida.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Com as pessoas não é diferente. Todo mundo tem uma certa fissura por alguém; não adianta falar que com você não é assim. Pára um pouquinho e pensa: em algum momento da sua vida isso lhe ocorreu. Quer ver um exemplo? Os pais. Quando os filhos(as) arrumam namorados(as), e a coisa começa a ficar séria, os pais entram em desespero. É um tal de “ela não serve para você, meu filho”, ou então “esse moleque não presta, minha filha”; e quando a família tem posses: “só tá interessado(a) no nosso dinheiro”. Isso tudo é porque eles simplesmente não suportam a idéia de perder seus queridinhos para outra pessoa. E não só eles são assim. Quando surgem novas amizades na vida de alguém, aquele amigo que foi “trocado” também fica mal. Começa a ficar ciumento. Quer o amigo só para ele. Não sai de casa, entra em depressão. Até que ele, também, consegue outras amizades, e a coisa se inverte.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;É por essas e outras que eu, a partir de agora, farei (e sugiro a todos) a técnica do desapego: vou tratar de não me ligar em nada, ou melhor, vou me ligar em várias coisas ao mesmo tempo. Vou arrumar mais de um hobby, dessa forma não me vicio em um só; amigos, então, vou colecionar aos montes. Vários namorados? Essa, realmente, me parece uma excelente idéia! Ah, já estava me esquecendo: bichinhos de estimação. Além do cachorro, vou arrumar papagaio, tartaruga, peixe... tudo para que quando um falte eu tenha outro logo ali, por perto.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Alguém pode dizer, então, que a melhor técnica de desapego é simplesmente não ter nada, nem ninguém. Mas aí perde a graça – a pessoa se transforma em rabugenta. E ninguém quer ser amigo do Sr. Scrooge (aquele que foi visitado pelo fantasma do natal passado, lembra?). Então, o lance é ter tudo-ao-mesmo-tempo-agora. Assim, corre-se bem menos risco de sofrer com a perda. Aconselho o mesmo a você que também passa por essas situações. E viva o desapego!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(P.S.: Esse texto revoltado nasceu após uma noite mal-dormida, por conta de não ter encontrado meu querido travesseirinho... ele me paga, assim que eu achá-lo!)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-2031190167211397721?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/2031190167211397721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=2031190167211397721&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/2031190167211397721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/2031190167211397721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2008/09/desapego.html' title='Desapego'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-2155014550064466705</id><published>2008-08-25T14:29:00.006-03:00</published><updated>2008-08-25T14:30:21.812-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas aleatórias'/><title type='text'>Crise de 29, prólogo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não, esse não é um texto sobre história, nem sobre política. Do famoso "boom" da bolsa de Nova York só peguei o título emprestado. Estou pensando, mesmo, é na &lt;em&gt;minha&lt;/em&gt; crise de 29. Vinte e nove anos de idade. Ainda está relativamente longe, faltam seis meses, mas eu já ando estressada desde já. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O meu problema, eu imagino, está no número nove. Não entendo desses modismos de cabala, astrologia e besteiras afins, mas se acreditasse nisso muito provavelmente o nove na minha vida seria alguma coisa muito ruim ou muito louca. Aos nove anos de idade, eu surtava antes das competições de natação. Só "pegava no tranco" depois de uns bons berrros do treinador. Aos dezenove, precisei de terapia para me convencer de que não morreria quando completasse vinte anos (é, eu passei por um período paranóico nessa minha vida severina. Vai dizer que você nunca foi assim?). Agora, a alguns meses de completar vinte e nove, essas loucuras retornam à minha mente. Começou a pesar o fato de que em um ano e meio deixarei a casa dos 20. Estou perto de me tornar uma mulher de Balzac! Hoje, também, eu olho para trás e tento recapitular o que já fiz de bom. O que eu deixaria de legado se fosse banida da Terra hoje, vinte e oito anos depois de chegar aqui? Se me perguntassem isso, precisaria de um tempo para responder. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma vez, há alguns anos, coloquei no papel as coisas que queria fazer a curto prazo. Me formar na faculdade e de preferência, deixar a pós no gatilho; arrumar um emprego novo e um salário decente; praticar um novo esporte; fazer uma viagem ao exterior; tirar a carteira de motorista; aprender a tocar um outro instrumento musical. Passados três anos, até que eu consegui bastante coisa: A faculdade, eu terminei; a pós vai ficar pra mais tarde. O emprego é novo; o salário... bom, esse vai melhorando aos poucos. Além da natação, agora eu também pratico judô e recentemente, Jiu-jitsu. As aulas de baixo acústico já estão encaminhadas, e ainda tenho pouco mais de um ano para correr atrás da carteira de motorista. A viagem ao exterior, a curto prazo, vai ficar difícil. Mas ainda está nos planos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uns dias atrás eu fui ao médico e ouvi dele um termo engraçado: estou na fase da "adultescência". Segundo ele, até completarmos 28 anos, ainda não somos adultos "de fato", embora já o sejamos "de direito". Esse é o tal período de formação em que corpo e mente deixam de agir como adolescente e passam realmente a ser a &lt;em&gt;parcela séria&lt;/em&gt; da sociedade. Não sei se serviu para me animar ou para me derrubar. Espera aí, quer dizer que só agora eu sou adulta? Fui enganada! Vou ter de começar tudo de novo! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas então, o 29 está chegando e eu me preocupo com as coisas surreais que podem acontecer, dado o meu grau de esquisitices. Eu sei que já deveria ter desencanado. Todos falam que a idade é só mais um número em nossas vidas. Pode até ser. O fato é que já estou com "caraminholas na cabeça", como diria minha avó. Nem sei porque resolvi falar disso. Acho que só precisava mesmo compartilhar com você, leitor (você ainda está aí? depois desse tempo todo...), mais uma das minhas esquizofrenias. Eu disse esquizofrenia? Hum, isso me deu uma idéia... mas é melhor deixá-la para o epílogo!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-2155014550064466705?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/2155014550064466705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=2155014550064466705&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/2155014550064466705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/2155014550064466705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2008/08/crise-de-29-prlogo.html' title='Crise de 29, prólogo'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-8760423982208587136</id><published>2008-07-02T09:18:00.004-03:00</published><updated>2008-07-02T09:23:32.526-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas aleatórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='happy childhood'/><title type='text'>Um zero e as letras</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estou passando por um momento de "crise literária". Para falar em bom português, não sei o que escrever. Você já deve ter percebido isso, se observou a data do meu último texto. Pois bem, como eu não sei falar de outra coisa a não ser de mim mesma (narcisista? imagina!), vou contar mais uma historinha da minha vida, hahaha. Essa é legal, você vai até gostar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem não sabe (e pra quem sabe também), minha formação acadêmica é em Letras/Inglês. É justamente aí que mora a grande ironia da minha história de hoje. Eu, hoje formada, só escolhi a faculdade num momento de pura revolta e desejo de competição. Meio estranho, não? Pois é, mas eu sou extremamente competitiva e odeio perder. Sempre fui assim desde pequena. Lembro-me das brigas homéricas que tive com a Blanca, minha melhor amiga da época de natação, porque as duas queriam chegar em primeiro e quando uma perdia, passava a ser a chacota da outra por uma semana. Nós brigávamos, mas logo a paz se restabelecia. Até a próxima competição, claro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Está bem, mas o que isso tem a ver com a minha graduação? Tudo. Eu só escolhi as Letras porque eu perdi. Para mim mesma. No vestibular. Se eu não tivesse me dado mal naquele vestibular, lá atrás (caramba, isso já faz oito anos! estou velha mesmo), seria hoje uma advogada (ai Jesus, que perigo) formada pela tradicional UFOP, de Ouro Preto. Acontece que no meio do caminho havia uma pedra, ou melhor, uma prova de inglês. E eu tirei zero. Isso mesmo, eu fiz o favor de zerar a prova de inglês e jogar pelo ralo a sensacional redação que eu havia feito na prova. Nem eu mesma acreditei que tinha sido escrita por mim. Eu parecia possuída, é sério! Mas de nada adiantou, uma vez que é condição fundamental para a aprovação ter uma pontuação mínima em todas as matérias. Eu consegui o mais difícil: De dez possíveis, acertei seis questões de física. E eu a física nunca fomos lá grandes amigas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na hora da prova de inglês, eu fui uma verdadeira displicente. Achei o texto fácil. "Isso aqui? Moleza! Faço em dez minutos". Claro, o texto não estava tão fácil assim. Era cheio de cognatos e pegadinhas. E foi nelas que eu caí. Dez questões. Nenhum acerto, aliás em muitas delas eu passei longe. Não fosse a minha displicência, teria dado mais atenção àquela prova. Lição anotada e aprendida, logo que vi o resultado. Pela minha pontuação, teria sido aprovada, mas não consegui a vaga por causa daquele zero infeliz. Nem preciso dizer o quanto fiquei decepcionada. E o quanto me irritei ao voltar à minha realidade de estudante de pré-vestibular derrotada. Me senti como um atacante que perde o pênalti na final do campeonato. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ah, mas aquele zero idiota não ia ficar rindo da minha cara. Não, mesmo! A minha primeira providência foi retornar ao cursinho de inglês. Afinal de contas, eu ainda desejava ser advogada (ou jornalista, mas disso eu acabei desistindo, outra história traumatizante) e para isso teria de ir bem em todas as matérias. Ou seja, nada de inglês vagabundo. Dessa vez eu ia ganhar aquele jogo. Ah, claro. Não tive como bancar dois cursos ao mesmo tempo. Decidi abdicar temporariamente do pré-vest e da faculdade para me dedicar ao inglês. Até ter capacidade para conseguir uma nota de respeito, o que, do alto do meu perfeccionismo exagerado, deveria ser acertar todas as questões da prova.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dois anos depois, lá estava eu, ainda obstinada em reverter minha derrota vexatória. Nesse período, tive sonhos estranhos, em que zeros gigantes me perseguiam pelas ruas. Ou então eu era engolida por um zero quando tentava novamente fazer a prova do vestibular. Aquilo já estava me deixando irritada. Já estava se transformando numa questão de honra. Eu nem me importava em passar no vestibular, queria mesmo era ir bem na prova de inglês. Foi nesse momento que as Letras entraram na minha vida. A professora de inglês sugeriu o curso, e não é que a idéia me pareceu interessante? Afinal, se eu chegasse ao fim com boas notas, conseguiria derrotar, espezinhar, amassar, estraçalhar aquele zero humilhante. E minha vingança seria completa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Bom, o resultado foi que eu passei no vestibular (acertando todas as questões de inglês), ralei bastante, tive uma relação de amor e ódio com o curso, mas o saldo final foi positivo. Por fim, não tenho mais pesadelos com zeros me perseguindo. Posso dormir tranqüila, pelo menos até que o próximo desafio entre na minha reta... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-8760423982208587136?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/8760423982208587136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=8760423982208587136&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/8760423982208587136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/8760423982208587136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2008/07/um-zero-e-as-letras.html' title='Um zero e as letras'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-1827883302773046665</id><published>2008-05-28T21:23:00.006-03:00</published><updated>2008-06-11T00:23:26.499-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dias de fúria'/><title type='text'>Houston, we've got a problem...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ando meio preocupada com algumas coisas. Especialmente com a mediocridade das pessoas. Sabe aquela máxima do "não sei fazer, mas faço nas coxas"? Isso acaba com a boa imagem de qualquer cidadão.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;O que ocorre ultimamente com quase todo mundo é justamente isso. Tem gente que não sabe determinada profissão, ou não tem habilidade para alguma coisa, e sai se metendo a fazer de qualquer jeito. Se você não for bom, é passado para trás, concorda? Deveria ser assim. Deveria, mas não é. Hoje reina nesse mundo de meu Deus o universo "meia-boca". Para onde a gente olha, tem sempre um "estepe". Eu, sinceramente, não concordo com essa nova onda. Acredito que não vim ao mundo para ser apenas um rascunho. Quero (e acredito) ser boa profissional. Raciocina comigo: você é empresário e contrata alguém para trabalhar, sei lá, na recepção da sua empresa. Findo um mês de trabalho, o tal funcionário novo não consegue dar um "bom dia" a um cliente ou sequer anota recados. E não faz o mínimo esforço para ser agradável. Você, em sã consciência, renovaria o contrato do tal infeliz? Eu não.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;O exemplo foi bobo, mas acontece na vida real. Estou falando isso porque acompanhei uma situação como essa há alguns dias. Era uma apresentação de Jazz. Orquestra norte-americana. Havia necessidade de um intérprete para os músicos, uma vez que ocorreram discursos em português. Eis que a tal "intérprete", ao traduzir a fala do apresentador, começou a cometer erros primários! Alguém falou: "é nervosismo". Eu penso diferente. Não é nervosismo, é despreparo. Desmazelo. É o tal negócio: "aprendi 6 palavras em inglês. Já sou fluente!". Acontece sempre. É o mesmo caso daquele "músico" de boteco que aprendeu quatro acordes e toca assim todas as músicas que conhece. E o povo gosta! E aquele que estuda, rala, se acaba de tanto treinar não é valorizado. É incrível. Ser bom, hoje, não quer dizer muita coisa.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mas sejamos realistas: pra se conquistar algo é necessário ser bom. Não digo ser perfeito, pois isso ninguém é. Mas no mínimo é preciso ser esforçado e ter talento para o que se pretende fazer. Acha que o menino-peixe Michael Phelps, da natação, seria esse fenômeno que é hoje se não ficasse 10 horas por dia na piscina, treinando sem parar? Ou o espanhol Rafael Nadal, do tênis, seria o "Rei do Saibro" se não tivesse um mínimo de traquejo com a raquete? E olha que estou citando apenas o esporte. &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Eu poderia dar um monte de exemplos de gente boa. Você, leitor guerreiro, provavelmente também tem vários exemplos aí. Também poderia citar vários "um-sete-uns" que estão aí prejudicando a imagem de quem é competente, capaz e não consegue seu lugar ao sol. E acredito que, assim como eu, você deve se irritar com esse pessoalzinho mais-ou-menos que está à solta, por aí, às vezes até competindo com você e se dando bem. Não sei dizer o porquê disso acontecer. Gostaria realmente de entender o motivo que faz a sociedade desprezar o talento e exaltar a mesmice. Será que quem é bom é acomodado? Não sei. Será que faltam oportunidades? Talvez. Será lobby em favor do vagabundozinho meia-boca? É, quem sabe?&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em resumo: hoje meu protesto é contra toda essa gente que prefere se meter onde não deve e fazer pela metade a batalhar para ser bom profissional. Não é só a Apollo 13 que tem problemas. Nossa sociedade passa por um problema de semi-profissionalismo crônico. Quanto a mim, já disse e repito: não estou no mundo para ser rascunho. E você, está? &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-1827883302773046665?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/1827883302773046665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=1827883302773046665&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/1827883302773046665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/1827883302773046665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2008/05/houston-weve-got-problem.html' title='Houston, we&apos;ve got a problem...'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-2699153431504450772</id><published>2008-05-17T18:05:00.000-03:00</published><updated>2008-05-18T21:57:59.277-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dias de fúria'/><title type='text'>Frustrações</title><content type='html'>Algumas coisas acontecem e nos deixam meio frustrados. Você pára e fica assim, meio desnorteado: mas poxa vida, tinha de ser desse jeito? Por que JUSTO comigo?&lt;br /&gt;Pois é. Isso me acontece às vezes. Quase sempre, para falar a verdade. Dias desses eu estava notando que minha lista de frustrações só aumentava em vez de diminuir. Resolvi colocá-la no papel, ou melhor, na tela do computador. Ei-la, então:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Eu queria ter uma casa na praia. Qualquer praia. Não, qualquer praia não, vai que meu desejo se realiza e me mandam para uma ilha distante do pacífico? Eu queria ter uma casa numa bela praia. Pode ser em Paraty, me contento com isso.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria ter um Troller amarelo. Ou um Jeep verde. Ah, para falar a verdade eu queria mesmo não ter de andar a pé.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria ter uma irmã, só para ter o prazer de pegar roupas emprestadas e nunca mais devolver.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria ser uma boa pessoa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria que as pessoas não fizessem tanta hora com a minha cara.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria ter nascido na década de 50. Adoraria ter sido uma adolescente rebelde em 1968.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria escrever para a Revista piauí, mas ainda tenho de melhorar muito.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria brigar menos e amar mais.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria morar em Londres.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria ser boa no judô. Só consigo pés quebrados e ombros doloridos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria não ter caído da escada em 1993. A inflamação no joelho acabou com todas as minhas chances de ser uma nadadora de alto nível. E eu era boa, pode acreditar!&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria dirigir na mão inglesa, para já começar a me acostumar.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria atirar nos guardas da Rainha da Inglaterra, para ver se eles realmente continuam parados.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O item 4 é mentira!&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria ter uma banda. Qualquer banda. Podia ser até de axé.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria não ter tendinite, para conseguir ter uma banda.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O item 4 seria somente com quem merece.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Com relação ao item 13, as balas seriam de borracha. Não quero morrer numa cadeia londrina nem ser deportada ao Brasil.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria ser socialmente responsável. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria escardinchar alguém. Seja lá o que isso for. Achei a palavra sonora. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria que as pessoas me ouvissem mais.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria reclamar menos, mas acho isso dificílimo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quer entender o item 20? Leia Rubem Braga.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria ter uma árvore de barras de chocolate, mas acho que isso é sonho de criança.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria ter uma sala de cinema exclusiva para mim.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria, como RC, ter um milhão de amigos. Mas que se importassem comigo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria entender as pessoas. Mas isso, então, é "humanamente impossível", parafraseando Vinícius de Moraes.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eu queria lembrar de mais coisas para minha lista, mas já estou me cansando.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Você pode estar pensando que tudo o que escrevi é um monte de bobagem. Para falar a verdade, não me importo. Cansei de ouvir as pessoas dizendo "pára de reclamar, existe gente em situação pior". Claro que estão certos. Mas hoje é meu dia de me frustrar. Na verdade, meu coração hoje "é um pote até aqui de mágoa". Todo mundo tem o seu dia, não é? Duvido que você já não esteja aí matutando na sua própria lista de frustrações. Que provavelmente é diferente da minha. Mas não deixam de ser frustrações. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-2699153431504450772?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/2699153431504450772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=2699153431504450772&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/2699153431504450772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/2699153431504450772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2008/05/frustraes.html' title='Frustrações'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-4816283376440487314</id><published>2008-05-05T02:43:00.000-03:00</published><updated>2008-05-04T22:58:43.839-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas aleatórias'/><title type='text'>Ah, a paixão...</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Eu comecei a escrever três diferentes textos hoje. Mas, devido aos recentes acontecimentos, tive de mudar novamente. Hoje vou falar de paixão. Sim, paixão por futebol! Existe algo mais inexplicável do que uma multidão de pessoas completamente diferentes entre si correndo ao estádio (ou ficando na frente da TV, como eu) para ver 22 marmanjos correndo atrás de uma bola por 90 minutos? Não dá para entender.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pois bem, eu também não consigo entender muito bem o porquê da minha inexplicável paixão pelo mais querido, mais amado e mais cotado... o Flamengo, é claro. Uma vez uma amiga disse que os torcedores do Flamengo são "torcedores de moda", pelo fato de o time ter uma grande torcida, um grande apelo da mídia, etc etc. Pois eu digo que não. O torcedor de verdade tem paixão genuína pelo time; sofre, chora, ri, pula junto com a torcida, ouve o jogo escondido do patrão, num radinho vagabundo, quase não conseguindo escutar o que o locutor diz. Sabe a escalação de cor. Lembra de um jogo emocionante que assistiu debaixo de chuva, no estádio, que ele só conseguiu ver porque pegou dinheiro emprestado para comprar o ingresso... É incrível o que o futebol pode fazer. Veja só: estou aqui, escrevendo esse texto, completamente rouca de tanto gritar e totalmente sem unhas (porque foram completamente destruídas durante a partida final do Carioca, agora há pouco), só para falar da imensa felicidade que o mais querido sempre me proporciona (assim como foi hoje).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando eu tinha apenas quatro anos de idade (e eu me lembro disso como se fosse hoje), um dos meus tios veio nos fazer uma visita. Por incrível coincidência, tinha jogo do Flamengo no fim de semana. Era um Flamengo e Fluminense. Na minha casa eu tinha pai e mãe flamenguistas, o que já me fazia ter simpatia pelo clube. Mas eu fiquei impressionada com o jeito como meu tio torcia pelo rubro-negro. O Flamengo ganhou aquela partida, que não era nem final, nem nada, mas ele estava tão emocionado com a vitória que apontava para a TV e me dizia: "você é flamenguista, minha filha? tem que ser, tem que ser, não há time melhor"... acho que foi aí que tudo começou. Comecei a vigiar os dias em que passavam jogos do Flamengo na TV. Passei a gostar muito (mais do que eu já gostava) das cores vermelha e preta. Nas brincadeiras na escola, se tinha futebol, meu time era sempre o Flamengo, senão dava briga.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Já adolescente, a paixão era mais visível: eu acompanhava programas de esporte, tinha embates táticos com meus amigos e fiquei por uma semana tendo de aguentar a zoação pela vitória do Fluminense no carioca de 1995 (aquela, do gol de barriga do Renato Gaúcho). Disse que teria volta, e teve: no ano seguinte, enquanto tricolores nem tinham por quem torcer na final, o rubro-negro calava a torcida vascaína com uma vitória por 2 x 0. Minha comemoração naquele ano foi em alto estilo: com direito a show do Paralamas do Sucesso (era festa aqui, na minha cidade) e Hebert Vianna, flamenguista doente, vestido com a camisa rubro-negra durante todo o show. Em 2000, estudando fora, assisti ao jogo no meio de um monte de desconhecidos, num bar próximo à república onde morava. E ainda participei de carreata depois do jogo! Futebol também ajuda a fazer amigos, ora pois!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em 2001, eu estava tocando na missa, no momento da final do carioca. Flamengo x Vasco. Escapei da igreja momentaneamente, a tempo de ver a pintura de gol que o Petkovic fez: golaço de falta, no ângulo. 3 x 1 Flamengo. E ainda consegui voltar pra dentro da igreja a tempo de tocar a música de comunhão, hahaha. Deus vai me perdoar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E a minha louca paixão por esse time que "me mata, me maltrata, me arrebata de emoção no coração" continua. Hoje fiquei em casa, sofrendo sozinha e me matando de gritar a cada gol e cada lance. É por isso que afirmo que não é modismo, longe disso: é amor genuíno mesmo. Aposto que é assim com qualquer torcedor, seja para qual time ele torça. Os artistas estão aí para me provar isso: o grande Nelson Rodrigues, Chico Buarque, e seu Fluminense;  Djavan e Jorge Ben, flamenguistas; Kleiton e Kledir Ramil, colorados... isso para citar alguns. Todos eles se remetem aos times do coração em uma ou outra composição. Se isso não é amor à camisa, não sei o que é.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Bom, agora já chega, porque ainda preciso comemorar a grande vitória de hoje e implicar com os adversários, é claro! Senão, de que adianta ganhar??! Tem que zoar, tem que zoar! Agradecendo a paciência, aguardo meu leitor guerreiro para mais uma crônica, que já tem, pelo menos, três introduções diferentes, hahahaha. Até a próxima!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Musiquinhas da vitória:&lt;br /&gt;"Vamos Flamengo, vamos ser campeões, vamos Flamengo, minha maior paixão, vamos Flamengo!"&lt;br /&gt;"E ninguém cala esse chororô, chora o presidente, chora o time inteiro, chora o torcedor!" (para acabar com os botafoguenses)&lt;br /&gt;"Tu és time de tradição, raça amor e paixão, oh meu Mengo!&lt;br /&gt;Eu sempre te amarei, onde estiver estarei, oh meu Mengo!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse texto foi escrito (e só poderia ter sido escrito assim) ao som do Hino do Flamengo!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;ah, aproveito para dar os créditos da foto do "quem sou eu" ao Sr. Stéfano "Popov" Fabris, um fotógrafo-cantor-companheiro de filmes-parceiro de banda "porreta".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;abraço aos leitores desse blog, especialmente aos flamenguistas, e meus pêsames aos botafoguenses. Aliás, fiquem contentes: vocês tiraram do Vasco o título de vice... hahahaha!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-4816283376440487314?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/4816283376440487314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=4816283376440487314&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/4816283376440487314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/4816283376440487314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2008/05/ah-paixo.html' title='Ah, a paixão...'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-7738306475215584612</id><published>2008-04-26T15:25:00.000-03:00</published><updated>2008-04-27T14:43:51.111-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='happy childhood'/><title type='text'>Um momento retrô</title><content type='html'>Tem certas épocas da vida em que a gente fica meio nostálgico. Talvez por saudade do que já passou, mas na verdade acho que é porque a gente está é ficando velho mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias desses estava fuçando o orkut e achei uma comunidade de um filme que marcou minha infância: "As sete faces do Dr. Lao". Marcou mesmo! Fiquei algumas noites sem dormir por causa do dragão de sete cabeças... claro, temos que levar em consideração o fato de eu ser uma indefesa criança de sete anos que morria de medo da Cuca e do Hulk (por coincidência, dois personagens verdes). Com o passar do tempo, é claro (e também depois de ver inúmeras vezes o mesmo filme na Sessão da Tarde), o medo se transformou em fanatismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os filmes a que eu assistia, naquela época, eram todos meio parecidos. Toscos, na verdade. Mas é justamente aí que está a beleza da coisa. Na tosqueira. E é esse o grande atrativo desses filmes, que os transformam em clássicos (ou, como diz um amigo meu, crááássicos!) e que fazem a nostalgia bater mais forte. Ah, é claro, esqueci-me de situar você, leitor guerreiro: minha querida (e não muito distante, hahaha) infância foi na década de 80, aquela dos mullets, cubos mágicos, teclados do A-Ha, Armação Ilimitada e tudo mais. Mas voltando à tosqueira, ou melhor, aos filmes, vamos aos fatos que comprovam o "poder de sedução" dos velhinhos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira trilogia Star Wars, cheia de efeitos da idade da pedra lascada, é muito mais bonita do que a segunda. Quem não queria ter aquelas espadas a laser e um robô C3PO? Os efeitos especiais atuais são modernos, mas a imaginação daquela época era bem mais divertida. O Hulk com Lou Ferrino me dava medo (já falei isso?); o novo Hulk, digital, ao contrário, me fez dormir no cinema. O Superman com Cristopher Reeve é mais legal do que o atual (que só tem como atrativo o Kevin Spacey, perfeito como sempre). Pense bem em como tudo aquilo era novidade: um super-herói cruzando o céu como um avião, tudo aquilo que a gente só conseguia imaginar ao ler nas revistinhas, transformado em realidade... e com efeitos especiais! Fantástico! Falando em fantástico, como não lembrar da História Sem Fim, e seus personagens além da imaginação... como eu almejava voar naquele cachorro gigante... ah, tempo bom...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parando para pensar nessa sessão "tempo bom que não volta mais", me veio à mente uma teoria um tanto lógica: da mesma forma que eu estou aqui, saudosista, alguém que viveu os anos 50 também deve ter ficado pasmo com a década oitentista e ter exaltado sua infância; sendo assim, lá pelos idos dos anos 2040, minha futura filha, Alice, também olhará com saudade para a década de 2010, na qual (espero eu) ela passou sua infância feliz assistindo aos filmes bons e ouvindo as músicas boas daquela época. Acho que, na verdade, é sempre assim: ninguém está satisfeito, e só o que você gostou ou viveu é bom. Mas se não for assim, qual a graça?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caramba. Comecei me lembrando de um filme e terminei fazendo planos para minha prole que ainda nem existe! Estou começando a ficar com medo desses textos. Mas, voltando à linha de pensamento, peço que me entendam: não estou dizendo que não existem filmes bons depois da década de 90. Só digo que é deles que sinto saudade; hoje, se sentar para assistir a algum daqueles filmes, será por pura diversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já está na hora de terminar essa crônica, e nesse ponto eu sempre tenho problemas. Nunca consigo finalizar decentemente um texto! Vou começar a escrever do fim, na próxima vez. Assim, a inspiração vai ficar toda no "the end", e eu não precisarei ficar inventando coisas para que você, guerreiro que lê essas baboseiras, chegue até o final... bom, é isso, é o fim da crônica. Ah, claro, seja você também um nostálgico! Não faz mal e só lhe trará lembranças boas. Faça um teste e depois me diga se não é verdade o que acabo de dizer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse texto foi escrito ao som de:&lt;br /&gt;Bizarre love triangle - Frente!&lt;br /&gt;Hollow - A Perfect Circle&lt;br /&gt;What Can I Do - The Corrs&lt;br /&gt;O Vencedor - Los Hermanos&lt;br /&gt;Autumn Song - Incognito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um beijo para o Luiz, meu fiel leitor, redator e incentivador.&lt;br /&gt;abraços para os leitores dessas linhas tortas e toscas.&lt;br /&gt;e o sonho de ser legal ainda persiste...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-7738306475215584612?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/7738306475215584612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=7738306475215584612&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/7738306475215584612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/7738306475215584612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2008/04/um-momento-retr.html' title='Um momento retrô'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7093524855186810307.post-8137589227878479084</id><published>2008-04-24T19:26:00.000-03:00</published><updated>2008-04-24T19:40:21.301-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisas aleatórias'/><title type='text'>Abrindo essa bagaça</title><content type='html'>Sim, me rendi ao mundo dos blogs.&lt;br /&gt;Foi uma luta cruel porque meu lado tímido (todo aquariano tem um) me dizia: "não, não faça uma bobeira dessas, ninguém vai ler essa porcaria". Já a minha porção narcisista (sim, aquarianos são extremamente narcisistas) dizia: "PQP!! Se qualquer mané faz um blog, por que você não faria um? (perdoem-me os manés, mas meu lado narcisista é meio grosseiro)". Pois então, criei o bendito.&lt;br /&gt;Agora você deve estar se perguntando sobre o porquê desse nome ridículo (meu sonho é ser legal? como assim?). Pois é. Navegando aleatoriamente na net, achei diversos blogs bacanas. Pensei comigo: putz, será que um dia conseguirei escrever como essas pessoas e ter um blog legal desses? Foi aí que a ficha caiu. Ops, eu não sou legal! Quero ser assim também!! Quero ter um blog bacana e receber comentários bacanas! Então, com essa historinha ridícula, eu explico a você, que está aqui pacientemente lendo essa besteirada, o motivo de ter criado um blog com esse nome.&lt;br /&gt;A intenção desse trem aqui é colocar na net os meus textos (que, aliás, ainda serão escritos). Ah, fala sério. Não é nada disso. A intenção mesmo é para eu aparecer. Não, não. É para mostrar os textos mesmo. Agora estou falando sério.&lt;br /&gt;Pois então, agradeço a paciência, pois se você chegou até ao final desse texto, pode ser considerado um guerreiro.&lt;br /&gt;Até a próxima oportunidade, na qual (eu espero) haverá um texto um pouquinho mais inteligente que esse...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7093524855186810307-8137589227878479084?l=meusonhoehserlegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/feeds/8137589227878479084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7093524855186810307&amp;postID=8137589227878479084&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/8137589227878479084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7093524855186810307/posts/default/8137589227878479084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meusonhoehserlegal.blogspot.com/2008/04/abrindo-essa-bagaa.html' title='Abrindo essa bagaça'/><author><name>Ale</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01916156945063860823</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_96POva-OihQ/SBEMrBMgtYI/AAAAAAAAAAM/dBhB4LCG3xQ/S220/Alessandra+030.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
